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Apesar de ser propagado aos quatro cantos que a cidade ganhou um prêmio de mobilidade urbana, a cidade enfrenta sérios problemas que vão de infra-estrutura até o turismo propriamente dito.
Para acessar alguns pontos na cidade você precisará utilizar, se não quiser subir de bondinho, uma das alternativas, que é a Avenida David Ottoni. Esta avenida está em péssimas condições na área próximo à rotatória.

O asfalto naquele trecho principalmente sentido centro apresenta buracos e desnivelamentos acentuados (também conhecidos por calombos). E esta situação perdura por alguns anos sem que providências sejam tomadas.
Pra piorar a situação, no entorno em frente ao mercado municipal, usuários de um clube param frequentemente em fila dupla, atrapalhando o fluxo do trânsito principalmente aos sábados de manhã até o início da tarde. E como se tudo isto não bastasse, a feira que é realizada também na adjacência, fechando a rua, contribui para um trânsito caótico naquela região, naquele período.
Infelizmente temos que deixar claro, que não temos nada contra a feira o mercado ou o clube, e sim contra a atitude egoísta de alguns usuários que não pensam no coletivo urbano. Isto porque aqui em Poços, questionar se torna ofensa, e o óbvio vira conquista. Então “desenhar” necessário se faz. Mesmo porque existem trechos de avenidas e ruas cujo a sinalização horizontal (faixas) estão totalmente apagadas.
Nos bairros os buracos reinam intensamente e ruas que há anos não recebem um asfalto, se tornam verdadeiras concentrações de crateras.

Há inclusive bueiros no meio da ciclovia na Av. Mansur Fraya, imagine que passar por este local, significa sofrer solavancos indesejados, podendo inclusive culminar com acidentes. Sem mencionar o péssimo estado de conservação deste trecho da ciclovia.

E caso aconteça, quem será responsabilizado?
A situação fica pior a medida que se aproximamos dos bairros.

Motoristas não respeitam os veículos auto-propelidos e insistem em ultrapassar mesmo em faixa contínua, o que é proibido e gera multas. Por outro lado “motoqueiros” furam sinais e realizam malabarismos a todo momento colocando todos em risco, ao redor.

A cidade vibra com evolução, porém quando esta chega, surgem as reclamações como por exemplo a implicância com patinetes elétricos e auto-propelidos circularem pela ciclovia, fato comum na maioria das cidades de todo o Brasil.

Turistas pedem informações sobre rotas de acesso aos cidadãos tamanha é a confusão, quando por exemplo fecham ruas centrais aos fins de semana, seja por qualquer motivo. Não há GPS que dê conta.

Levar seu pet para passear na praça central por exemplo, se torna um exercício de paciência ao se deparar com vias fechadas, dificultando encontrar uma vaga para estacionar.
A cidade cresceu, ainda provinciana, não percebeu que concentrar eventos no centro da cidade fechando ruas e avenidas deixou de ser uma idéia promissora e inteligente. Falta logística e estudo para contornar todos estes problemas da melhor maneira possível.
Também pudera, os eventos promovidos nos locais corretos, dificilmente são prestigiados.
Enquanto isso, parques e praças da cidade ficam à Deus dará, com problemas estruturais, banheiros em péssimas condições e por aí vai.
A situação de uns anos pra cá, piorou de uma certa maneira, que em uma cidade outrora conhecida por Carnavais e Bailes em avenidas e locais como o Palace Cassino, Caldense, etc, cheios de glamour, turistas do mundo inteiro e muitas opções durante o dia nos quatro dias de folia, hoje míngua a simples lotação de uma praça central, no período noturno, como se fosse o melhor carnaval do mundo. Só que não, com todas as sílabas e acentos aos quais esta frase tem direito.
Nas sextas-feiras as ruas Junqueiras e Barros Cobra ficam praticamente intrafegáveis em determinados momentos, na maioria do dia, devido a ônibus enormes parando em fila dupla para que turistas possam desembarcar, causando engarrafamentos enormes na região central. Pra piorar não só ônibus, mas muitos veículos também param em fila dupla com pisca-alerta ligado, em fila indiana, imagine o caos!
Durante a semana o problema se concentra nos horários de pico e escolares, onde motoristas costumam parar em fila dupla atrapalhando o fluxo no entorno das escolas.
Existe a necessidade urgente de um planejamento mais eficaz, capaz de solucionar estes problemas e proporcionar mais fluidez no trânsito e tornar a realização de eventos na cidade, um sucesso, sem ter que fechar ruas centrais que causam muito transtorno.
O Poços-Caldense se acostumou com o serviço de tapa-buracos que na verdade é um paliativo pra “empurrar com a barriga”. Uma cidade que sempre foi servida por asfaltamento agora faz festa com remendos em uma verdadeira colcha de retalhos com um péssimo aspecto. Houve épocas em que as ruas centrais eram lavadas com água não potável, para garantir a higienização, e hoje em dia raramente se vê este tipo de ação muito bem-vinda.
A cidade é linda e somos privilegiados em morar aqui, mas existem problemas que podem e devem ser resolvidos com uma certa urgência, pra não dizer que somente criticamos. Poços é linda, e este post tem por objetivo conscientizar a todos sobre as deficiências a serem sanadas.
Escrito por Walter Viana
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